Léo Pereira com vape durante as férias virou assunto nas redes e reacendeu um debate entre torcedores do Flamengo sobre conduta fora de campo e riscos à saúde. A imagem compartilhada online trouxe questionamentos sobre como hábitos pessoais podem repercutir no preparo físico de atletas do clube.
Riscos à saúde e restrição no Brasil
Especialistas citados em estudos recentes e a própria Anvisa alertam que vapes não são alternativas inofensivas ao cigarro convencional. A agência mantém a proibição desses dispositivos no Brasil por identificar substâncias tóxicas e potenciais agentes cancerígenos, além da possibilidade de concentração elevada de nicotina.
Instituições como a Sociedade Brasileira de Cardiologia e universidades internacionais apontam riscos como problemas respiratórios, alterações cardiovasculares e exposição a metais pesados — fatores que podem reduzir a capacidade aeróbica e a recuperação de um atleta de alto rendimento como Léo Pereira.
Repercussão para o Flamengo e ajuste do calendário
Com a estreia do Flamengo no Campeonato Carioca antecipada para 11 de janeiro, conforme confirmação da Ferj em 2 de janeiro de 2026, a preparação física e a logística do elenco ganham ainda mais atenção. A diretoria trabalha na organização dos treinos e avaliações médicas para iniciar a temporada.
Até o momento, Léo Pereira não comentou publicamente a imagem. Embora jogadores tenham momentos de folga em que o clube não pode impor ações, o episódio gerou entre os torcedores um debate sobre orientação médica, conduta profissional e o cuidado necessário para preservar o rendimento do time.