Uma lista de possíveis saídas vazou nesta quinta-feira e expõe o planejamento do Flamengo para a próxima janela de transferências. Em conjunto com Leonardo Jardim, a diretoria trabalha em uma reformulação do elenco que busca oxigenar o grupo, gerar receita e ajustar o perfil técnico e disciplinar do time. A estratégia envolve a venda de ativos, a redução da folha salarial e o reposicionamento de jogadores.
O objetivo é estabelecer um novo padrão para 2026, mantendo competitividade nas principais competições. Com o dinheiro arrecadado nas vendas, o clube pretende investir em reforços de alto nível e equilibrar as contas. A decisão reflete uma mudança de postura da diretoria, que agora prioriza retorno financeiro de forma mais incisiva.
Os nomes em risco de saída
Ayrton Lucas aparece como uma das principais possibilidades de venda. O lateral desperta interesse do mercado europeu, e o Flamengo enxerga chance concreta de lucro com sua negociação. O jogador tem mercado consolidado no exterior.
Nicolás De La Cruz também consta da lista. O uruguaio perdeu protagonismo no time e é visto pela diretoria como ativo importante para movimentações de mercado. Clubes do exterior monitoram sua situação de perto, abrindo caminho para uma eventual saída.
Everton Cebolinha entrou no radar da reformulação. Com contrato próximo do fim, o Flamengo busca evitar uma saída sem custos e colocou o atacante no mercado. A movimentação indica foco em antecipar receitas antes de possíveis saídas sem retorno financeiro.
Disciplina e avaliações internas
Questões disciplinares também influenciam o planejamento. Gonzalo Plata deve deixar o clube após episódios extracampo que afetaram sua permanência. Já Erick Pulgar preocupa internamente por questões ligadas à multa de rescisão baixa e avaliações técnicas menos favoráveis. Ambos aparecem como possíveis saídas estratégicas.
A diretoria quer evitar prejuízos futuros e manter o ambiente institucional controlado, alinhando decisões de mercado com critérios de desempenho e comportamento. A reformulação é, portanto, multifatorial: busca competitividade, equilíbrio financeiro e padronização disciplinar.

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