Lesão de Danilo: diagnóstico, tratamento conservador e expectativa do Flamengo para a Supercopa

A lesão de Danilo no joelho, revelada pelo departamento médico do Flamengo, ganhou contornos mais claros: o zagueiro atuou com dor após um trauma que evoluiu para sinovite, edema ósseo e alteração no ligamento cruzado posterior. Apesar do incômodo, Danilo foi titular na final da Libertadores e marcou o gol do título em Lima; os exames seguintes mostraram melhora, mas a participação em jogos de janeiro é considerada improvável.

Situação clínica e conduta adotada

Os médicos optaram por tratamento conservador imediato, priorizando controle da dor, fisioterapia e programas específicos de reabilitação. A estratégia busca preservar mobilidade e estabilidade do joelho sem recorrer à cirurgia de forma imediata, acompanhando a resposta ao tratamento com exames de imagem e avaliações clínicas periódicas.

A decisão sobre uma intervenção cirúrgica permanece em aberto e será tomada com base na relação risco-benefício e na vontade do atleta. Enquanto isso, o Flamengo mantém um plano individualizado de retorno que inclui controle de carga, exercícios de força e propriocepção, além de monitoramento constante da evolução.

Prognóstico e impacto no calendário

Com a Supercopa marcada para 1º de fevereiro de 2026, o clube trabalha para tentar ter Danilo disponível caso a evolução clínica permita. No entanto, a prioridade é a segurança do jogador: compromissos em janeiro tendem a ser evitados para reduzir risco de recidiva e garantir um retorno sustentável.

A comissão de futebol e o departamento médico seguem em diálogo contínuo com Danilo e a comissão técnica para alinhar o melhor caminho de recuperação e preservar os objetivos do Flamengo no início da temporada.