Matías Viña deixa o Flamengo e parte por empréstimo de um ano ao River Plate com o objetivo de recuperar regularidade em campo e aumentar as chances de ser convocado à seleção uruguaia para a Copa do Mundo de 2026. Após uma temporada histórica do Flamengo em 2025, o lateral-esquerdo viu a concorrência interna crescer e optou por buscar minutos em outro clube de grande visibilidade na América do Sul.
Motivos da saída
A decisão de Matías Viña tem caráter esportivo e também de projeção internacional. Marcelo Bielsa deixou definido que priorizará para o Mundial jogadores que estejam atuando com frequência e em alto nível, o que tornou urgente para Viña a busca por tempo de jogo consistente. No Flamengo, ele perdeu posição na hierarquia para Alex Sandro e Ayrton Lucas e viu a sequência de partidas reduzir.
Com a Copa marcada para junho de 2026 no Canadá, Estados Unidos e México, o empréstimo ao River Plate aparece como uma alternativa para retomar ritmo e visibilidade em uma liga competitiva, mantendo o atleta no radar da seleção uruguaia.
Impacto para Viña e para o Flamengo
O acerto com o River Plate foi realizado sem garantia de titularidade imediata. Marcelo Gallardo deixou claro que Matías Viña terá de disputar posição com o experiente Marcos Acuña, exigindo desempenho desde o início.
“não haverá cadeira cativa.”
Para o Flamengo, a saída integra a reformulação pós-ciclo de títulos: o clube ganha folga na folha e espaço no grupo para ajustes, enquanto Viña aposta em Buenos Aires para reencontrar sequência e voltar à briga por uma vaga na Celeste.