Por um Flamengo intenso, com e sem a bola. Este é o lema defendido por Jorge Jesus deste que começou seu trabalho à frente da equipe carioca. Pois após oito jogos sob o comando do português, o Rubro-Negro apresenta algumas características que corroboram esta ideia, muito embora seja contestado por variações importantes dentro de um mesmo duelo.
aqui e siga o 90min no Instagram!

Conforme levantamento feito pelo Lance!, em média a equipe tem menor posse de bola, troca menos passes e finaliza menos no segundo tempo das partidas. Em compensação, é na etapa final que sofre menos gols e desarma mais vezes os adversários (confira os dados abaixo, com baseados em estatísticas do Footstats). Para o meia De Arrascaeta, um dos principais nomes do plantel, o pouco tempo disponível para treinamentos e a qualidade dos rivais explicam essas oscilações. “Nosso time entra para tentar sufocar o rival, implementar muita intensidade no jogo. A gente está querendo entender a ideia do Jorge, mas tem jogo que não dará para estar 100% pegando os caras lá em cima. O rival joga também e é qualificado”, disse.
| Números (média pós-Copa América) | Primeiro tempo | Segundo tempo |
| Posse de bola | 60,11% | 56,42% |
| Passes | 225,75 | 214,87 |
| Finalizações | 6,5 | 6,37 |
| Desarmes | 7 | 8,25 |
| Gols sofridos | 0,75 (seis) | 0,625 (cinco) |

Segundo o treinador, pegando como base o jogo contra o Emelec, pela Libertadores, no qual o Flamengo teve 70% de posse de bola no primeiro tempo e não permitiu um arremate sequer aos equatorianos, é impossível que isso se mantenha durante os 90 minutos. “Sabe onde isso acontece? No PlayStation”, brincou.
Para mais notícias do Flamengo, clique aqui.