Pra ser um “Rubro-Negro Soberbo”, não bastam só as cores… É preciso MUITO MAIS! E eles aprenderam da pior maneira! #AquiÉFlamengo

E aí, Nação Rubro-Negra?!

Eita que passamos por mais uma semana com ótimos resultados pro Mengo, Mengão, Mengaço. Primeiro a torcida do IM nos entregou numa tacada só vitória, classificação, saldo de gols e preservação do elenco. É mole? Aí no domingo o outrora poderoso Porto Alegrense, que nos causava danos absurdos, se tornou presa tão fácil que o time se poupou em campo após fazer o 1×0. Enfim, encostamos no #Clorofila e temos enormes possibilidades de passar a Copa do Mundo na liderança, aumentando ainda mais o desespero dos verdes paulistas. Que, aliás, continuam na sua saga de vitimização, se fazendo de coitadinhos e paulatinamente prejudicados. Dizem que é método, mas eu vejo como um estratagema. Que o Malvadão os ignore e continue no ritmo do nosso hino (não dando chance às armações): “Vencer, vencer, vencer!”

E nessa caminhada, vamos encerrar a sequência de jogos fora contra 2 rubro negros: Vitória e Sinthético. O primeiro, eu, quando moleque, achava que tinha sido originado por inspiração no #FLAxFLU, já que seu escudo tem o formato do deles, mas com as nossas cores. Com o tempo descobri que foi apenas obra do acaso. Mas, mesmo assim, é um dos poucos times preto e vermelho do Brasil que ainda detém a minha simpatia. Já o outro, embora as cores remetam às dos clubes que se fundiram e o criaram, consta que o escudo foi livremente inspirado no nosso. Mas por esse eu faço questão de torcer contra sempre.

Amanhã precisamos só de um empate pra passar à próxima fase da #CdB. Sinceramente, não sei se seria indicado colocar um time 100% alternativo (o que não parece ser muito a cara do Jardim), pois o Vitória vem fazendo um bom BR e não deve facilitar a nossa vida. Creio que o ideal seria analisar as condições e manter a rodagem do elenco que o treinador tem feito. Dito isso: nos classificaremos!

E o Sinthético? Ah, o Sinthético… Esse clubeco, monotítulo é um dos poucos fora do RJ por quem a minha antipatia é gratuita. E isso começou no momento em que eles, numa fase espetacular, dentro e fora de campo, começaram a se achar infinitamente grandes, maiores que o GIGANTESCO Clube de Regatas do Flamengo que vivia um dos momentos de maior instabilidade da sua vitoriosa História: o início dos anos 2000.

Naquele período era um sofrimento só jogar lá. Pra piorar, a mídia (dita especializada e imparcial) vendeu uma falácia de que não os vencíamos no seu estádio há 30 anos, como se jogássemos contra eles anualmente.  O ciclo foi encerrado com a vitória por 1×0 na Sula em 2011. Aí começaram a falar que o “tabu” perdurava no Brasileirão… E assim eles agiam como se isso os fizesse maiores do que realmente eram/são: maiores do que nós. É mole?

Enfim, chegou 2019 e o maravilhoso time treinado por JJ deu fim a esse papinho com uma marcante vitória de 2×0, ambos do “Pai de Todos”, Bruno Henrique, nosso querido BH. Mais do que a vitória, a nossa diferença na tabela após o jogo era a demonstração do abismo que existe entre os dois clubes: Flamengo – 1º colocado – 58 pontos / Sinthético-PR – 10º lugar – 35 pontos. Sem contestação, mas eles ainda continuavam “se pintando de grandes”. Então, era necessário um choque de realidade. E veio 2022…

Naquele ano nós chegamos à final da Liberta, já campeões da #CdB, com a possibilidade de fazermos a melhor campanha da história. Até ali tínhamos 11 vitórias e 1 empate (empate esse com um gol deles em possível impedimento e até hoje contestado pela #NaçãoRubroNegra) e uma vitória na final nos daria esse status. Deu!

Após um começo ligeiramente melhor do #Brisa, o Malvadão equilibrou a partida e, após o zagueirinho deles dar uma bordoada no Airton Lucas, o nosso Beijinho, e ser expulso, nos acréscimos do 1º tempo, em uma linda jogada pela direita envolvendo Rodinei, o RodiLINDO, e Everton Ribeiro, o Miteiro, Pai do Totói, nosso Sétimo Remador, Gabriel Barbosa, o GabiGOL, fez o seu quarto e último gol em finais de Libertadores pelo Mengão e garantiu o nosso Tri Invicto e com 94,87% de aproveitamento, inferior aos 100% do Estudiantes de 1969, fato, mas o time argentino era campeão do ano anterior, entrou já na fase final e disputou apenas 4 jogos, com 4 vitórias. Sem comparação, né?!

Enfim, o tabu deles em casa desandou, perderam final de Libertadores, Supercopa e ainda voltaram a transitar pelo Lado B do futebol brasileiro. O que eu acho de tudo isso? Bem feito! Tomara que continue, tomara que piore!

#SemMais #SRN e #VamosFlamengo!