E aí, Nação Rubro-Negra?!
Aqui estamos nós outra vez para conversar sobre aquele assunto que, como dizia uma antiga música da Nação pra um jogador (vocês sabem dizer qual?), “Balança o coração da gente!”: o Gigantesco, o Estupendo, o Colossal Clube de REGATAS do Flamengo! E falar do Mengão, apesar dos detratores, que insistem, com a zoação mais estúpida que eles conseguiram inventar, em dizer que “nós nascemos em 2019”, é falar de vitórias¹, de conquistas², de títulos³, de tradição4 e de História5. Então vamos fazer essa coluna com um pouquinho de cada.
Mais uma vez preciso confessar: eu comecei a escrever essa coluna sexta-feira passada já pensando nos três jogos que (ainda) viriam antevendo que teríamos vitórias em todos. Óbvio, sou otimista por natureza, pé quente nato e estaria presente em todos. E…
No FlaFlu ela¹ já veio e de maneira (quase) extraordinária. Dois golaços do P9 e ótimas atuações, além da dele, de Paquetá, Plata, Lino, Evertton, Varela, Alexsandro (mesmo com o vacilo no gol deles), os zagueiros… Ou seja, quase o time todo. Só o Rossi não teve muito trabalho, mas quando foi preciso estava lá, e achei o Arrasca um pouco discreto, mas sem comprometer o todo. Enfim, freguesia aumentada, comprovando que “Ganhar FlaFlu é normalíssimo!”4 e voltamos a colar nos “Clorofilas”.
Pra hoje temos Flamengo x Independiente Medellín. Estarei no Maraca fazendo a minha parte: TORCER pelo Mais Querido em busca da segunda vitória, que será um grande passo para a classificação. Com ela ficaremos numa situação que não estivemos desde 20225: jogar com a devida tranquilidade os jogos finais da Fase de Grupos e daí partir em busca do Penta3, aumentando a nossa já consolidada liderança como “O Maior Campeão Brasileiro na Libertadores”2. E um time com a qualidade técnica e tática que tem o Malvadão, jogando com nervos no lugar e, como disse o Danilo, na sua excelente entrevista à Flamengo TV (quem ainda não viu, faça isso, não irá se arrepender), com “confiança de campeão”, só se acontecer um hecatombe deixará escapar classificação e primeiro lugar no grupo (primeiro geral eu deixo pros “Clorofilas” que fazem mais questão disso, para se autodenominarem “tradicional”, que de ter títulos).
E no próximo domingo teremos Flamengo e Baêa. Um detalhe com relação ao tricolor de Salvador: é curioso o fato de 11 em 10 jornalistas não falarem vitória quando se referem a um resultado favorável a eles. Ora, que torcida/dirigentes (obrigam também aos atletas) não queiram/gostem de usar o nome do rival (pra mim uma imbecilidade, mas…) nesses casos, que o façam, mas todo mundo tem que entrar na onda? Enfim, o “Rival do(a) Vitória”(Rogério “Argh” Ceni, por tabela) quebrou ano passado um longo tabu, que durava desde 2019, graças a uma expulsão pra lá de polemica que prejudicou o desempenho do nosso time no jogo. Antes disso tivemos uma sequência de 12 vitórias em 12 jogos, com incríveis 31 gols pró e 10 contra, e algumas bem marcantes (Alguma pra você? Cita aí nos comentários.).
Pra mim foram todas, pois curti demais os 6 anos de massacre pela petulância, na derrota de 2019, das animadoras de torcida deles gravarem videozinho chamando o Malvadão de cheirinho (https://x.com/i/status/1804146366353940747). Olha que abuso?! Mas também, abriram um portal que só foi ser fechado em 2025 e que será reaberto já no próximo domingo.
Enfim, que venha mais uma grande vitória!
#SemMais #SRN e #VamosFlamengo!
(PS: o Flamengo, numa tirada extraordinária lançou a 2ª camisa com uma nova denominação, Manto 1 Branco [não mais chamaremos de Manto 2, ok?!], lindíssimo, por sinal! Inicio aqui uma “contagem progressiva”: quanto tempo levará para outros clubes começarem a fazer o mesmo com as suas e suas respectivas torcidas tomarem para si a invenção do termo? Chamar suas camisas de “Manto Sagrado”5 muitos já fazem. E garantem que nós não temos a primazia. Conhecem a História da origem deste “apelido”? Comentem! Se por acaso ninguém souber (duvido muito), falo na próxima coluna…)

Olá, Nação! Eu sou o Jorge Gomes, tenho 61 anos e me considero um Rubro-Negro raiz. Afinal, sou Flamengo desde o final dos anos 60 e frequentador do Maraca desde os 80s. Naqueles tempos, acompanhava o Flamengo e as carreiras dos nossos maiores ídolos por rádio, TV, jornais e revistas. Hoje continuo fazendo o mesmo usando também os novos dispositivos que temos disponíveis.