E aí, Nação Rubro-Negra?!
É… a sequência de jogos fora de casa estava indo MUITO bem, mas deu uma “bela complicada”. E não falo isso somente pela eliminação e pela perda da chance de encostar de vez na “Sociedade Esportiva Barra Funda”, mas pelo que os maus resultados causam em boa parte da Nação.
É tradicional que o Mengão vive num vácuo eterno entre o “Rumo à Tóquio!” e a “Crise no Flamengo!”, mas “vez em quando” a galera exagera nas reclamações, críticas e pessimismo. Na mesma semana que empatamos com o BBBBBasco, eu fiz um post no Twitter/X falando sobre a cara de nádegas do aclamado treinador do “ultra, mega poderoso” Manchester City, postulante ao título da PL, ao lado do campo vendo seu time suar para empatar com o Everton, 10º colocado da liga. Nele eu disse: “É futebol! Não se perde sempre, nem sempre se ganha, mas às vezes se empata com times fracos que decidem jogar uma final de Mundial!” (E ontem empatou com o Bournemouth e perdeu o “Inglesão” pro Arsenal…)
Mas vamos falar de presente e futuro?
Hoje é dia de garantir a primeira colocação do grupo no Maraca. Não será fácil (muito pela pressão dos últimos resultados), mas confio que venceremos e teremos a vantagem do segundo jogo em casa nos mata-matas da Liberta. Tinha esperança de que o Estudiantes, que não está com classificação garantida (na verdade, nem nós oficialmente…) viesse para jogar um pouco mais aberto, mas eles perderam pro Racing pelo “Argentinão”, podem estar de crina baixa, então a tendência é virem pra empatar jogando por uma bola. Esquema padrão de quem enfrenta o Malvadão.
Já no domingo pegaremos os “#Clorofilas” e é hora de darmos a eles aquele tradicional choque de realidade anual. Pois, embora eles adorem dizer que nós devemos nossas glórias e conquistas à supostas benesses da CBF, da #MamãeGlobo e de patrocínios estatais, são eles que as têm graças a uma relação promíscua com a alta cúpula do futebol brasileiro, a um “PatroSAF” que montou timaços absurdos nos 90s e ao mecenato de um “Nobre Torcedor” abastado que injetou uma fortuna (a fundo perdido) no clube. Mas é a nossa História que eles teimam em dizer que é suja, desonrada e facilitada. Vá entender…
Mas voltando ao título e ao padrão da coluna, quero falar de um jogo marcante contra eles aqui no Maracanã.
Em 1979, apesar de só termos ganho Carioca, já éramos reconhecidos por praticar o melhor futebol do país. Faziamos uma ótima campanha no Brasileiro e mídia e torcida já vislumbravam a conquista. Aí pegamos os “#VerdeAlface” e tomamos um inesperado 4×1. Fomos eliminados. Faz parte. Nos levantamos, lambemos as feridas e partimos pra outra.
No ano seguinte mantivemos o nível e estávamos prontos para conseguir nosso primeiro titulo nacional. Eis que eles de novo cruzariam nosso caminho. Na semana do confronto, nosso genial e saudoso treinador, Cláudio Coutinho, o Couto, o Capitão, preocupado com a goleada anterior, faz um coletivo em que monta o time reserva com a tática do adversário. Resultado catastrófico: 6×1 para os suplentes. Nosso jeito de jogar poderia fazer com que tomássemos outra pancada dos caras e ele viu que tinha que mudar o meio de campo. Sobrou pro Neguinho Adílio. Andrade entrou em seu lugar.
Assim, o COLOSSAL Clube de Regatas do Flamengo dominou completamente (quase todo) o jogo, fez 2×0 no 1º tempo (foi pouco) e chegou a 5 no 2°, mas deu uma relaxada, atendeu ao pedido de “Olé!” da torcida, foi castigado com 2 gols deles, “reacelerou”, fez mais 1 e fechou o pacote dessa doce vingança com requintes de crueldade: 6×2 fora o baile. (Não encontrei o jogo completo, mas tem boa parte dele aqui: https://www.youtube.com/watch?v=8roDbMGw5Uk )
Sou tão mal acostumado por essa e por outras, que nunca vou pro Maracanã esperando menos que um 4×0 com jogo decidido ainda no 1º tempo. “Ah, e se ganhar de 1×0 com gol nos acréscimos do 2º?” Minha alegria será a mesma! E nessa vibe, pretendo estar hoje e domingo na Sul torcendo e vibrando pelo e com o nosso vitorioso Flamengo.
#SemMais #SRN e #VamosFlamengo!
(PS: “Ôôôô, a SeleFla voltou! A SeleFla voltou! A SeleFla voltou! Ôôôô!”)

Olá, Nação! Eu sou o Jorge Gomes, tenho 61 anos e me considero um Rubro-Negro raiz. Afinal, sou Flamengo desde o final dos anos 60 e frequentador do Maraca desde os 80s. Naqueles tempos, acompanhava o Flamengo e as carreiras dos nossos maiores ídolos por rádio, TV, jornais e revistas. Hoje continuo fazendo o mesmo usando também os novos dispositivos que temos disponíveis.