A pedido do treinador Abel Braga, o Flamengo promete não poupar esforços para viabilizar a contratação de Dedé, uma das principais estrelas do elenco do Cruzeiro. O zagueiro está no radar rubro-negro há algumas semanas, mas as primeiras investidas dos cariocas foram prontamente rechaçadas pela diretoria celeste.
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De acordo com o UOL Esportes, o clube carioca está disposto a pagar R$ 30 milhões para comprar o selecionável, valor que já foi aceito pelo grupo de investidores (DIS) que cerca a carreira do defensor e detém parte de seus direitos econômicos. O Flamengo, inclusive, tem o grupo DIS como um grande aliado para conseguir sacramentar a negociação, já que os investidores desejam recuperar os R$ 18 milhões investidos por eles na transferência de Dedé ao Cruzeiro (oriundo do Vasco da Gama).
No entanto, ainda há dois grandes entraves para que a transferência aconteça: a postura irredutível da diretoria celeste, que não pretende negociar seu pilar defensivo, muito menos para um rival doméstico; e a vontade do próprio jogador, que não esconde seu carinho e gratidão pelo Cruzeiro, clube que lhe deu todo o suporte durante os anos em que esteve afastado dos gramados por conta de graves lesões.

flamengo tá certo mesmo de tentar tirar o Dedé do Cruzeiro só desmanchando o elenco pra nao ser eliminado por ele
— viti (@vitimigo) 3 de janeiro de 2019
Sentindo-se pressionado pelo posicionamento dos investidores, o Cruzeiro se municiou das novas regras FIFA, estabelecidas em incisos de 2015, que proíbem a participação de terceiros nos direitos econômicos dos atletas. A Raposa inclusive divulgou nota oficial sobre: “A entidade máxima do futebol não mais reconhece esta participação [terceiros] em contratos renovados após essa data [1º de maio de 2015], como é o caso de Dedé”, afirmou.

Edmilson Lani é o responsável editorial do Flamengo RJ. Atua na curadoria, revisão e publicação de conteúdos do site, acompanhando de perto o noticiário do clube, os bastidores, o mercado da bola, os jogos e as análises do dia a dia. O site também utiliza fluxos de automação e ferramentas de apoio editorial no processo de produção, sempre sob supervisão humana sobre o conteúdo publicado.