Os clubes decidiram por vetar a venda de mando de campo no próximo Campeonato Brasileiro, mas a CBF voltou atrás e permitirá tal artifício. A informação é do blog CB Poder, do jornal Correio Braziliense.
Então é isso. Sem interferência de clube A ou B, a @CBF_Futebol vai autorizar a venda do mando de campo. Questão política, interferência do Governador de Brasília, Ibaneis Rocha. Afinal, tem de manter a arena. E a de Manaus tb, pq só com Estadual não dá.
— Sergio du Bocage (@sdubocage) March 5, 2020
Segundo consta, “n
Flamengo e demais times podem vender mando de campo sim!!!Graças ao Governador do DF, Ibaneis Rocha, CBF volta atrás na decisão de não vender os mandos de campo!Bom para os Estados que não tem time na Série A!Vocês concordam?
— Tamo Junto Nação (@tamojuntonacao) March 5, 2020
A CBF juntou os clubes pra votar se ia poder vender mando de campo ou não. Uns a favor, outros contra, decidiu-se pelo veto à venda.AI O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL pegou um avião, foi na CBF e falou “Desfaz isso isso ai, vai”.E a CBF desfez.FIM
— JMTrevisan #TORMENTA20 (@JMTrevisan) March 5, 2020
Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Santos, Red Bull Bragantino, Bahia, Coritiba, Sport e Athletico-PR foram contra a venda de mando. Os demais clubes se dividiram entre permitir esta ação e uma proposta intermediária. O regulamento do Brasileirão, porém, abre brecha para “manobras”. No parágrafo único do artigo 22, está escrito: “O clube que queira deslocar partidas para outras praças deverá, com 30 (trinta) dias de antecedência, demonstrar que, de maneira nenhuma, esta prática representa: (i) prejuízo ao equilíbrio técnico da competição; (ii) prevalência do interesse econômico particular do clube, em detrimento dos aspectos técnicos da competição; (iii) prejuízo da presença dos torcedores do clube mandante no estádio escolhido; (iv) privilégio de qualquer natureza em favor do clube adversário, como inversão ou comercialização do mando de campo; entre outros aspectos a serem avaliados pela DCO”.

Edmilson Lani é o responsável editorial do Flamengo RJ. Atua na curadoria, revisão e publicação de conteúdos do site, acompanhando de perto o noticiário do clube, os bastidores, o mercado da bola, os jogos e as análises do dia a dia. O site também utiliza fluxos de automação e ferramentas de apoio editorial no processo de produção, sempre sob supervisão humana sobre o conteúdo publicado.