O Flamengo sondou a situação do atacante Viveros, um dos principais nomes do Athletico-PR na temporada, mas decidiu não avançar com uma proposta oficial. A decisão reflete a postura de cautela adotada pela diretoria rubro-negra no mercado de transferências, especialmente após o encerramento da janela doméstica nesta sexta-feira (27).
A cúpula de futebol do Flamengo entendeu que o momento exige contratações de atletas com maior rodagem internacional e perfil de titularidade imediata. Por isso, a tendência é concentrar os investimentos em reforços a partir de junho, quando o mercado europeu se movimenta com maior intensidade durante a janela de inverno. Essa estratégia permitirá ao clube negociar em melhores condições e ter acesso a jogadores com experiência em competições de alto nível.
Embora o setor ofensivo seja apontado como a maior carência do elenco comandado por Leonardo Jardim, a diretoria preferiu não acelerar o processo neste momento. A decisão chama a atenção especialmente considerando que o Flamengo protagonizou a maior janela de transferências de sua história, com gastos superiores a R$ 330 milhões, mas ainda não conseguiu preencher a vaga de centroavante.
Histórico de tentativas sem êxito
A busca pela posição de centroavante envolveu negociações complexas que não se concretizaram. O Flamengo tentou investidas por Kaio Jorge, do Cruzeiro, e por Richarlison, do Tottenham, sem sucesso. Outro alvo que esteve no radar foi Taty Castellanos, ex-Lazio, que acabou optando pela transferência para o West Ham, da Inglaterra, frustrando os planos da diretoria carioca.
Reformulação também no ataque lateral
A busca por um centroavante não será o único movimento do Rubro-Negro nos próximos meses. Leonardo Jardim sinalizou que o atacante Gonzalo Plata não faz parte de seus planos táticos para a sequência das competições. Com o aval do treinador, o Flamengo deve ir ao mercado também em busca de um ponta de velocidade que possa agregar ao setor ofensivo da equipe.

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