Em entrevista ao Globoesporte.com, o dirigente destacou as finanças do clube. Depois de investimentos altos na temporada, o Fla não terá problemas de realizar novos gastos. “Hoje a gente arruma o dinheiro que precisar. Não o que quiser, mas o necessário para montar um time top de linha nós arrumamos. O Flamengo tem crédito na praça”, disse. “Temos cumprido tudo nos últimos seis anos. Não teve um compromisso que não foi cumprido e não terá compromisso que não será cumprido”, adicionou Wallim.

Nos últimos dias, circulou na mídia nacional e internacional – como no jornal A Bola de Portugal – a informação de que Neymar teria interesse em jogar no Flamengo. O VP de finanças foi questionado sobre qual jogador gostaria de ver no clube e não titubeou. “Um dia vamos chegar ao patamar de trazer o Neymar. Até a Copa de 2022. Se ele não vier antes, na Copa de 2022 vou fazer questão de que ele venha jogar aqui (…) Falar para ele: “Neymar, já deu na Europa. Já ganhou muito dinheiro. Vem para o Flamengo ser feliz no Brasil (risos)”. Se eu fosse ele vinha agora, depois da Copa América”, comentou.
Os bons resultados econômicos do Flamengo também se devem a saídas de jovens promessas nos últimos anos. O clube reforçou os cofres com as negociações de revelações como Vinícius Júnior, Lucas Paquetá, Felipe Vizeu e Jorge. Atualmente, o jovem Reinier, que vem brilhando com a camisa da Seleção Brasileira na base, e o volante Cuéllar, convocado para a Copa América, estão na mira de outras equipes. A diretoria não tem pressa em realizar novas vendas, mas não descarta avaliar altas propostas.
O único jeito do Neymar dá a volta por cima no futebol e vindo jogar no Flamengo, só assim ele volta a ser o craque que é.
— Breno (@brenol21) 6 de junho de 2019
“Mais do que o dinheiro, pesa o interesse do jogador. Nesse caso, paga a multa ou apresenta uma boa proposta. Se chegar no jogador e apresentar € 10 milhões não nos interessa. Não vou vender um cara diferenciado por esse valor, eu não preciso desse dinheiro. Agora se chegarem com € 30 milhões ou € 40 milhões (de euros), podemos sentar e avaliar. Essa é uma decisão do departamento de futebol. Se chegarem: “Olha, não queremos vender esse jogador, vamos valorizá-lo”. Sentamos e fazemos junto com o departamento de marketing um projeto para ele”, completou Wallim.

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